14/01/2017 | As coisas velhas se passaram e todas as coisas tornaram-se novas.” As coisas que ele uma vez amou, ele agora odiava; as coisas que ele uma vez odiou, ele agora amava. Cristo e Sua Palavra tornaram-se extremamente preciosos para ele, e ele podia dizer juntamente com o homem de João 9: “Uma coisa eu sei, que, embora uma vez eu fosse cego, agora vejo...

Batismo ou Cristo? - por Charles Leiter

Não muito tempo atrás, um amigo meu se tornou um Cristão. Agora, eu não digo que ele “tomou uma decisão” ou “teve uma experiência emocional.” Não, isso foi um milagre! Depois de anos vagando em escuridão espiritual, não se importando com as coisas de Deus, ele ficou maravilhosamente preso ao Cristo ressuscitado e transformado pelo poder do alto. Nas palavras de Paulo, ele tornou-se “uma nova criatura”, “as coisas velhas se passaram e todas as coisas tornaram-se novas.” As coisas que ele uma vez amou, ele agora odiava; as coisas que ele uma vez odiou, ele agora amava. Cristo e Sua Palavra tornaram-se extremamente preciosos para ele, e ele podia dizer juntamente com o homem de João 9: “Uma coisa eu sei, que, embora uma vez eu fosse cego, agora vejo.” Com este novo amor a Deus veio um desejo e poder para romper com o pecado, que ele nunca tinha conhecido antes.
Quão incrível é então, à luz de tudo isto, que contaram para o meu amigo depois (por alguém que também professa o nome de Cristo) que ele não podia ser um cristão! Não, na verdade ele estava “morto em pecado” e ainda sob a ira de Deus! E a razão? Ora, ele ainda não tinha sido batizado! “De acordo com a Bíblia,” foi-lhe dito, “os pecados de um homem não são limpos, a menos e até que ele seja batizado.” Não importa quantas evidências existem da presença interior do Espírito Santo, os sinais que existem da vida de Deus na alma do homem; todos estes sinais são tidos como falsos e enganosos porque o novo crente ainda não teve o seu corpo fisicamente mergulhado na água!
Agora, o fato de que tais coisas estão sendo ensinadas, mesmo por aqueles que estão em grupos cristãos ortodoxos, não seriam tão importantes se fosse simplesmente uma questão de ponto de vista ligeiramente diferente da verdade cristã. Mas esse não é o caso. O que temos aqui não é o verdadeiro evangelho visto de um ponto de vista diferente; é um “evangelho” totalmente diferente — um falso evangelho. Em outras palavras, estamos lidando aqui, não com a diferença entre uma maçã vermelha e uma verde, mas a diferença entre uma maçã e um tomate. Aqui há duas mensagens completamente diferentes, que levam a alma a dois destinos completamente diferentes.
 
A Salvação Pelas Obras
 
Por que esse assunto é tão importante? O que há com o “perdão batismal” que o coloca em uma categoria diferente do verdadeiro evangelho? A resposta a esta pergunta não é difícil de encontrar: A Bíblia ensina que os homens são justificados unicamente por meio da fé, e é, portanto, uma proclamação da “salvação pela fé”; a mensagem do “perdão batismal” ensina que os homens são justificados pela “fé mais obediência”, e é, portanto, uma proclamação de “salvação pelas obras”. Agora, os defensores do perdão batismal irão dizer logo em seguida que este não é o caso — que a mensagem deles não fala de “salvação pelas obras”, no entanto a Escritura deixa clara que é certamente esse o caso. Poderíamos citar literalmente centenas de passagens bíblicas para demonstrar isso (por exemplo, João 3:14-18, 05:24, 06:47; Atos 16:30-31; Romanos 1:16-17, 3:21-22, 5:1, 9:30-33, 10:1-13; I Coríntios 1:21; Gálatas 2:16, 3:1-14; Efésios 2:8; Filipenses 3:8-9; I Pedro 2:6-8, I João 5:1), mas devemos nos contentar citando apenas um, que ilustra todo o resto — Romanos 3:28. “Afirmamos que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei.” É importante notar antes de tudo, que a justificação é ensinada aqui sendo somente pela fé; é dito especificamente ser “além de”, ou “sem” obras. Na verdade, a fé deve estar sozinha, ou não é “fé” no sentido bíblico da palavra. A própria ideia de “crer em Cristo” significa que nós confiamos nele como Aquele que terminou a “obra” da salvação, de modo que não há mais nada para fazermos. “Para aquele que não trabalha, mas crê naquele que justifica o ímpio, sua fé lhe é imputada como justiça. Assim como Davi também fala da bênção sobre o homem a quem Deus atribui a justiça sem as obras”. (Romanos 4:5-6) Fé e obras pertencem a duas categorias mutuamente exclusivas, desde que estejamos tratando do perdão de um homem diante de Deus. Assim, quando os “judaizantes” na Galácia tentaram ensinar que os homens são justificados pela “fé mais circuncisão,” Paulo condenou-os como “falsos irmãos” (Gálatas 2:4), dizendo que eles estavam ensinando um “evangelho” falso (Gálatas 1:6-9), e proferiu a mais forte das maldições sobre eles (Gálatas 5:12, 1:8-9). Adicionar “obras” à “fé” em qualquer medida é, portanto, de acordo com a Bíblia, acreditar na “salvação pelas obras” e colocar-se sob uma maldição. (Veja Gálatas, capítulos 1-6). “Nós mantemos”, portanto, “que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei.”
“Sim”, diz alguém, “mas Paulo estava falando aqui apenas das obras da Lei mosaica, não das obras de obediência a Cristo.” “É verdade que não podemos ser justificados pela ‘fé mais a Lei de Moisés’, mas nós podemos ser justificados pela ‘fé mais obediência aos mandamentos de Cristo’.” Nada poderia estar mais longe da verdade! Quando Paulo se dispôs a contrastar a “salvação pela fé” com “salvação pelas obras”, ele não estava, nem por um momento, limitando-se às obras da lei de Moisés. Ele muitas vezes apontava a Lei de Moisés, é verdade, porque era o assunto religioso “problemático” das pessoas de sua época. Mas quando Paulo diz que a justificação é pela fé e que as “obras” não podem ter nenhuma parte nela, ele está falando quer seja de toda a atividade humana ou da bondade. Considere, por exemplo, Romanos 9:11. “Embora os gêmeos ainda não tivessem nascido, e não tivessem feito nada de bom ou mau, a fim de que o propósito de Deus, segundo a eleição, permanecesse firme, não por causa das obras, mas por causa daquele que chama.” O que Paulo quer dizer com o termo “obras”? A resposta é dada dentro do próprio versículo. Por “obras” Paulo quer dizer “fazer qualquer coisa boa ou má”! Ou ainda, considere 2 Timóteo 1:9. “Que nos salvou e nos chamou com uma santa vocação, não em virtude das nossas obras, mas por causa da sua própria determinação e graça. Esta graça nos foi dada em Cristo Jesus desde os tempos eternos.” Aqui “nossas obras” são contrastados com “própria determinação e graça de Deus.” O que são “obras”, então? Não as obras da Lei de Moisés, mas qualquer coisa que esteja no domínio da atividade e iniciativa humana. Mesmo atos verdadeiramente justos são descartados. “Ele nos salvou, não por causa de atos de justiça por nós praticados, mas devido à sua misericórdia.” (Tito 3:5) Mais uma vez, verso após verso poderiam ser citados. É óbvio, então, que Paulo pretendia que suas palavras se aplicassem a todas e quaisquer cerimônias religiosas ou mandamentos que os homens pudessem estabelecer ao lado da fé como uma condição para a justificação, não apenas aquelas que foram um problema em sua época.
 
Não a “Fé Demoníaca”
 
“Mas”, alguém protesta, “Tiago ensina que não somos salvos somente pela fé.” (Ver Tiago 2:14-26). E, claro, isso é verdade. Mas o tipo de “fé” que Tiago está se referindo é uma mera aprovação mental, algo que até mesmo os demônios têm. (Tiago 2:19) Tiago está preocupado em enfatizar que a verdadeira fé salvífica é muito mais do que apenas uma sincera aprovação mental. Porque sempre envolve uma completa renovação da mente (“arrependimento”) e é o resultado de uma revelação sobrenatural de Cristo para o coração (Mateus 16:15-17, 2 Coríntios 4:3-6, Mateus 11:25-26). A fé salvífica inevitavelmente leva a uma vida de obediência a Deus. Quando Tiago diz que Abraão foi “justificado pelas obras quando ofereceu Isaque,” ele não quer dizer que os pecados de Abraão não tinham sido perdoados até este momento. (Paulo deixa bem claro que Abraão foi justificado muito antes dele sequer ter sido circuncidado, bem antes de oferecer Isaque! Veja Romanos 4:9-11; Gênesis 15:6, 17:10, 22:1.) O que Tiago está dizendo então? Ele está simplesmente dizendo que a fé justificadora sempre se manifesta através das obras. É “aperfeiçoada”, “cumprida”, e justificada pelas obras. Nas palavras de João: “Aquele que diz:” ‘Eu O conheço’, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e a verdade não está nele.” (I João 2:4) O verdadeiro cristão terá vontade de obedecer aos mandamentos de Cristo, incluindo o mandamento de ser batizado. Mas note aqui, as boas obras são o resultado (Efésios 2:10), e não a causa (Efésios 2:8-9), da salvação em Cristo.
 
O que é Fé?
 
“Mas mesmo se você disser que os homens são salvos ‘somente pela fé’, o ‘acreditar’ em si é apenas um outro tipo de ‘obra’ — algo que os homens fazem em obediência a Cristo, para obter o favor de Deus.” De forma alguma! Quando Deus declara que pecadores arrependidos são “justos” aos Seus olhos, Ele está olhando para o sangue e méritos de Cristo, e não a fé do homem! O evangelho não é uma “nova lei”, uma série de passos “1,2,3”, que os homens obedecem a fim de “serem salvos”. Pelo contrário, a própria ideia de “crer em Cristo” está estritamente ligado com abrir mão de todo nosso “fazer” e habilidades. A fé justificante, em sua essência, confia em Outro. Essa é a atitude de quem abriu mão de toda esperança de que um dia poderia fazer algo reto — incluindo até mesmo o seu próprio “acreditar”, “arrepender”, ou “obedecer” — e então olhou totalmente e completamente para Outro para sua salvação. A fé é a falta de esperança de cada um de nós em direção a Deus. É o olhar da alma desamparada para o Salvador.
O Senhor Jesus Cristo dá uma ilustração gloriosa disso em João 3:14-15, quando Ele explica a fé salvífica através da serpente no deserto. (Números 21:4-9) Assim como a serpente foi levantada por Moisés para que os homens pudessem olhar para ela e serem salvos, assim Jesus seria levantado na cruz para que quem acreditasse (ou seja, “olhasse”) para Ele teria a vida eterna. Como os homens foram salvos no caso da serpente? Por “olhar mais obras”? Por “olhar mais batismo”? Não! Por “olhar” somente! “Quando ele olhar … ele viverá.” (Números 21:8) Além disso, uma vez que a fé é o olhar da alma para Cristo, é impossível exercer a fé bíblica e olhar para nós mesmos, ao mesmo tempo. Aqueles que colocam sua confiança em qualquer coisa, menos em Cristo, mesmo tendo supostamente sua própria “fé” ou seu “sincero arrependimento” ou seu “batismo obediente,” ainda sim estão confiando em suas próprias obras e irão para o inferno com certeza.
 
Alguns Exemplos Particulares
 
À luz destes grandes princípios ensinados ao longo da Bíblia relativos ao caminho da salvação, é incrível como alguém consiga interpretar mal as passagens particulares da Escritura relativas ao batismo. Entretanto, essas passagens têm sido mal interpretadas e precisamos, no espaço que ainda temos, lidar rapidamente com algumas delas. O método usual daqueles que acreditam no perdão batismal é ignorar as grandes seções doutrinárias da Escritura, onde o caminho da justificação é tratado especificadamente e em profundidade (por exemplo, Romanos 1:16-4:25; Gálatas 2:11-3:29) e se basear no livro de Atos, onde a história de várias conversões é relatada. Por que o batismo dos novos convertidos é especificadamente mencionado na maioria dos casos, não é difícil chegar com uma lista impressionante de conversões no Novo Testamento, todos contendo a palavra “batismo”. (Este é precisamente o mesmo método usado por aqueles que desejam provar que “o dom de línguas” são “uma verdadeira evidência” do derramamento do Espírito Santo.)
Mas será que o livro de Atos realmente ensina que os homens devem ser batizados para serem salvos? A resposta a esta pergunta é: “Não!” Considere, por exemplo, o caso de Cornélio e seus amigos. (Atos 10:44-48, 11:12-18, 15:7-9) Enquanto Pedro ainda estava falando, “o Espírito Santo desceu sobre todos os que estavam ouvindo a mensagem.” Pode-se imaginar a loucura de tentar convencer estes crentes cheios do Espírito, que estavam “falando em línguas e exaltando a Deus,” que eles ainda estavam mortos em pecado, por que eles ainda não tinham sido batizados! A Bíblia não deixa margem alguma para qualquer questão relativa ao fato se essas pessoas estavam verdadeiramente salvas antes do batismo. Eles receberam o “dom” do Espírito Santo, “assim como os Apóstolos”. (Atos 10:45,47) Isso é interpretado por Pedro como sendo o “mesmo dom” que havia sido prometido por Cristo (Atos 11:15-16) e já havia sido dado aos próprios Apóstolos “depois de crer no Senhor Jesus Cristo.” Quando os discípulos em Jerusalém, ouviram sobre este derramamento do Espírito, eles concluíram que Deus havia “concedido também aos gentios o arrependimento para a vida.” (Atos 11:18) E Pedro, falando deste incidente mais tarde, considera o dom do Espírito Santo como sendo uma evidência de que “Deus, que conhece o coração” estava “dando testemunho deles” e “não fazendo distinção” entre os judeus Cristãos e eles, ” purificando os seus corações pela fé.” (Atos 15:7-9) De fato, foi o derramamento do Espírito de Deus sobre Cornélio e seus amigos que Pedro deu como a razão pela qual eles deviam ser batizados! (Atos 10:47-48) Agora, se o batismo não é necessário para a salvação, como podem alguns homens ensinar que é?
 
Conversão de Paulo
 
Vamos considerar outro exemplo do Livro de Atos — a conversão de Paulo. (Atos 9, 22, 26) Aqueles que acreditam em perdão batismal muitas vezes apelam para Atos 22:16, em um esforço para provar a sua posição (“Levante-se, seja batizado e lave os seus pecados, invocando o nome dele.”), insistindo que a frase “lave os seus pecados”, tem um significado literal. Em outras palavras, quando Ananias diz pra Paulo “ser batizado e lavar seus pecados”, ele não está se referindo ao que o batismo significa e simboliza (a lavagem interna dos pecados pelo sangue de Jesus), mas ao que o batismo realmente faz. Agora sabemos que essa não pode ser a interpretação correta desse versículo, por causa das passagens bíblicas que examinamos. (Exatamente a mesma coisa acontece aqui com a outra ordenança do Novo Testamento, a “Ceia do Senhor”. Quando Jesus diz: “Este é o meu corpo …”, nós sabemos a partir da Escritura como um todo que Suas palavras não podem ser entendidas literalmente, embora muitos insistam em interpretá-las dessa forma.) No entanto, se olharmos mais de perto os acontecimentos que envolveram o contato de Paulo com Ananias, descobrimos que até mesmo esta passagem da Escritura aponta na direção oposta do perdão batismal. O que aconteceu antes do batismo de Paulo? Ananias “entrou na casa e, depois de colocar as mãos sobre ele disse: ‘Irmão Saulo, o Senhor Jesus … me enviou, para que tornes a ver e sejas cheio do Espírito Santo.'” (Atos 9:17) Quando consideramos essas palavras a respeito da finalidade pela qual Ananias impôs suas mãos em Paulo, especialmente à luz de passagens como Atos 8:14-19 e Atos 19:6, a evidência é muito forte de que Paulo estava cheio do Espírito Santo, quando Ananias pôs as mãos sobre ele e ao mesmo tempo recuperou a vista. Em outras palavras, a conversão de Paulo segue o mesmo padrão da de Cornélio — ele era um filho de Deus e recebeu a plenitude do Espírito de Deus, antes de ser batizado.
 
Os Evangelhos
 
Há outros livros do Novo Testamento além de Atos, no entanto, que nos dão um relato histórico das conversões de pessoas, e estes livros são os Evangelhos. O que encontramos nos Evangelhos a respeito da necessidade do batismo? Exatamente as mesmas coisas que no livro de Atos! Jesus diz para as pessoas os seus “pecados estão perdoados”, sem nunca dizer uma palavra a respeito do batismo. (Veja, exemplo, Lucas 5:20, 7:48.) É importante perceber aqui que a prática do batismo já tinha sido confirmada pelo próprio Jesus. (João 3:22, 4:1-2) (Não foi inventado no dia de Pentecostes!) Esta, então, teria sido a oportunidade perfeita para Jesus ter insistido no batismo antes de falar sobre o perdão. Em vez disso, Ele diz: “A tua fé te salvou; vá em paz. ” (Lucas 7:50)
Outro exemplo é fornecido no caso do coletor de impostos, que gritou em desespero: “Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador”. Este homem “voltou para sua casa justificado” — sem o batismo. (Lucas 18:13-14) Pode-se também pensar no ladrão na cruz, que estaria em uma condição miserável se ele não pudesse ter sido salvo sem batismo. Que consolo é para o doente e frágil (para os quais o batismo é muitas vezes perigoso ou impossível) saber que eles podem encontrar perdão do Salvador da mesma forma que esse ladrão teve, simplesmente chorando ao Senhor por misericórdia. (Lucas 23:42-43)
 
O Antigo Testamento
 
Não é apenas nos Evangelhos e no livro de Atos, no entanto, que as pessoas são salvas pela fé, sem o batismo ou outras obras. O caminho da salvação tem sido sempre o mesmo, desde o início da Bíblia até o final. Mesmo as pessoas do Antigo Testamento não foram salvas pelas obras, como alguns supõem, mas inteiramente pela fé. Isto fica bem claro em passagens como Romanos 4:1-12 e Hebreus 10:36-12:2. Em Romanos 4:1-12, todo o propósito de Paulo em trazer os casos de Abraão e Davi é provar que o caminho da salvação pela fé, que ele está pregando, não é uma coisa nova, mas a maneira pela qual os homens sempre foram salvos. Isto é verdade se eles viveram antes da Lei de Moisés ter sido dada (como Abraão viveu) ou se viveram diretamente sob a Lei de Moisés (como Davi viveu). Os versículos 3, 5 e 6, não poderiam ser mais claros nos seus ensinos, referente ao caminho da salvação durante o período do Velho Testamento.
Mas e a circuncisão? Que papel a circuncisão desempenhou em um crente do Antigo Testamento na sua justificação diante de Deus? Nenhum! Abraão foi considerado justo aos olhos de Deus por meio da fé somente, muito antes dele ser circuncidado. (Romanos 4:9-10; Gênesis 15:6, 17:10) A circuncisão era um sinal e selo de justiça que ele já possuía quando ainda era incircunciso. (Romanos 4:11) Ora, assim como a circuncisão era o sinal da aliança do Antigo Testamento, o batismo é o sinal da aliança do Novo Testamento. (Colossenses 2:11-12) Não é surpreendente, então, que aqueles que viviam debaixo da Lei de Moisés poderiam ser justificados sem a circuncisão ou qualquer outra obra, e ainda nos é dito por alguns homens que aqueles que vivem sob o Evangelho do Reino devem ser batizados para que eles possam ser salvos! Parece que essas pessoas vivem em um período de menor graça do que o Antigo Testamento, ao invés de mais graça, como a Bíblia nos diz! E não é Deus o mesmo “ontem, hoje e sempre”? Como, então, poderia algo tão básico e importante, como o caminho da salvação, mudar? Na verdade, por que Paulo apelaria para os casos de Abraão e Davi, se não por que eles foram salvos exatamente da mesma maneira que nós?
Como já vimos, a circuncisão foi estabelecida por Deus para ser um “sinal” e um “selo” da justiça que Abraão possuía na incircuncisão. Em Colossenses 2:11, nos é dado algumas dicas sobre o que foi que a circuncisão simbolizou realmente. Era uma remoção externa de carne física que significava a “circuncisão do coração” interna e “se despojar do velho homem.” (Veja também Romanos 2:28-29, Atos 07:51, Jeremias 4:4, Deuteronômio 30:6, etc.) Agora, se a circuncisão, o sinal da aliança do Antigo Testamento, foi concebido como um sinal e um selo, não é razoável supor que o batismo, o sinal da aliança do Novo Testamento, destina-se também como um sinal e um selo? E, de fato, não é exatamente isso o que encontramos no ensino de Paulo em Colossenses 2? Depois de explicar o simbolismo envolvido na circuncisão (v. 11), Paulo imediatamente apresenta o simbolismo estabelecido para o batismo (v.12). O que então significa o batismo? Significa o sepultamento e ressurreição do crente com Cristo. O crente vai para baixo d’água como uma imagem de seu sepultamento com Cristo, então levanta da água como uma imagem da sua ressurreição com Cristo. (Veja também Romanos. 6:3-4) Mais uma vez, aqueles que ensinam o perdão batismal insistem que esta não é a figura representada pelo batismo, mas o que realmente o batismo faz. Nós confiamos que já foi dito o suficiente para mostrar o erro de tal interpretação. Paulo não chegou nem perto de dar a importância que essas pessoas gostam de achar que ele deu para o batismo. Ao escrever para os coríntios, ele nos diz que ele foi enviado, “não para batizar, mas para pregar o evangelho.” Ele nem lembra ao certo quem ele batizou! Estas não são as palavras de um homem que olha para o batismo como se ele fosse capaz de lavar os pecados!
 
“Passagens problemáticas”
 
Mas o que dizer de todas as passagens que são usadas para ensinar o perdão batismal? Várias delas já foram abordadas na discussão anterior. Um leitor honesto vai descobrir que muitas das outras passagens não se relacionam de forma alguma com o batismo nas águas. Por exemplo, a palavra “batismo” é muitas vezes usado em referência ao derramamento do Espírito Santo, em uma das marcas distintas da Nova Aliança. (Mateus 3:11, Atos 1:4-5, Gálatas 3:2-5) Provas e sofrimentos são também descritos como um “batismo”. (Lucas 12:49-50, Marcos 10:38-39, Mateus 03:11) A palavra “água”, é usada também frequentemente em um sentido simbólico, e representa coisas como o Espírito Santo, ou uma limpeza pela Palavra de Deus. (João 4:14, 7:37-39, 13:5-11, 15:3, 17:17; cf. Efésios 5:26) O mesmo é verdadeiro quando a Bíblia fala sobre “limpeza”. (João 13:5-11, 15:3, etc.; cf. I Coríntios 06:11, Tito 3:5)
Passagens como Marcos 16:16 não são difíceis de entender. O batismo é mencionado aqui na mesma frase que “acreditar”, porque o batismo está totalmente envolvido no que se refere a tornar-se um discípulo e seguir a Cristo. Ele é um dos primeiros passos na obediência a Cristo e é o rito de iniciação, por assim dizer, onde o novo crente é oficialmente recebido na companhia da igreja. Havia muitos, nos dias de Jesus, que só estavam dispostos a “crer” nEle secretamente, porque tinham medo dos homens. (Veja João 12:42-43, João 2:23-25.) Foi o oneroso e humilhante ato do batismo, no entanto, que muitas vezes era a prova decisiva para saber se a “fé” deles era uma fé salvífica verdadeira ou uma mera “aprovação mental”, como Tiago advertiu. Por esta razão, Jesus explicita uma das condições de um correto discipulado, enquanto ele está dando a Grande Comissão. “Quem crer e for batizado será salvo.” (Marcos 16:16) Mas note o contrastante paralelo. “Aquele que não crer será condenado”. Jesus não diz: “Aquele que não tiver sido batizado será condenado”, pelo fato do batismo não ter nada a ver com o verdadeiro ponto de que Ele está dizendo.
Outra passagem que se encaixa na mesma categoria que Marcos 16:16 é Atos 2:38. “Arrependei-vos e sejam batizados!” Pedro está falando com aqueles, que a pouco tempo atrás, estavam zombando e perseguindo a igreja. Em outras palavras, se eles quisessem se acertar com Deus, eles não deveriam apenas “tomar uma decisão” ou dizer que “acreditavam”, mas ter uma mudança completa em suas maneiras de pensar. Eles deveriam se expor e se identificar oficialmente pelo batismo, como participantes do desprezado grupo dos seguidores de Cristo. Nada mais está envolvido em uma verdadeira fé salvífica. Então a gente conclui, mais uma vez, que Pedro só convocou aquelas pessoas para “se arrependerem e serem batizados”, pelo fato do batismo ser naquela época um teste rigoroso da profissão de fé de uma pessoa e um “selo” do seu ato de tornar-se um cristão. Deve notar-se também, que a frase, “batizados para o perdão dos pecados”, mais uma vez tem a ver com o que o batismo significa, não o que ele realmente faz. Isso pode ser visto através de uma comparação com Mateus 3:11. O batismo em nome de Cristo “para” o perdão dos pecados (Atos 2:38) não significa que o batismo produz o perdão, da mesma forma como o batismo realizado nas águas por João Batista (Mateus 3:11) não produzia arrependimento em quem ia se batizar. Eles já estavam arrependidos, ou não teriam chegado para serem batizados por João. O batismo de João era, na verdade, um batismo que significava o arrependimento por parte dos batizados. O arrependimento era o que o seu batismo representava. (Nota: A mesma palavra grega “eis” — “para” — “até” — aparece em ambas as passagens.)
 
Visão Geral
 
Vale salientar, em resumo, que toda a posição de perdão batismal envolve um conceito equivocado sobre a natureza da salvação em Cristo. A salvação conforme estabelecida na Bíblia é algo glorioso. Ou seja, faz sentido. A união com Cristo se dá no reino espiritual, através de uma revelação espiritual de Cristo ao coração, e pode ser conhecida pelas graças espirituais que são evidentes na vida de um crente verdadeiro. Aqueles que creem no perdão batismal, porém, insistem que uma pessoa que ainda não foi fisicamente mergulhada em água não é um cristão, não importa o quão forte as evidências sejam de que Deus passou a residir em sua vida. Esta é uma visão irracional, supersticiosa, legalista, e sacramental de salvação. É irracional porque não faz sentido moral algum. É supersticioso porque leva os homens a acreditarem que, de alguma forma, uma ação física é necessária para uni-lo com Cristo, mesmo que eles não consigam entender o porquê disso ser verdade. É legalista porque ensina os homens a obedecer a um mandamento, a fim de obter paz com Deus. É sacramental porque dá uma qualidade semi-mágica para a cerimônia do batismo.
Alguns têm testemunhado uma sensação de “paz” e uma aparente libertação do fardo do pecado como resultado de serem batizados. Há uma razão psicológica excelente para isso. Se pessoas aflitas são ditas para “fazer isso, isso e isso, e serem salvos” (e eles realmente acreditam no que lhes é dito), então em seguida, quando elas fazem as coisas ordenadas, vão naturalmente experimentar algum tipo de “libertação”. John Bunyan, em O Peregrino, fala exatamente sobre isso no conselho que o Sr. Sábio Mundano dá a Cristão a respeito de como ele pode “livrar-se de seu fardo.” “Por que, na vila de lá (a vila é chamada Moralidade) habita um cavalheiro cujo nome é Legalidade, um homem muito criterioso, e um homem de muito bom nome, que tem habilidade para ajudar os homens com tais encargos como esses que estão em seus ombros”. Muito mais fácil é seguir o Sr. Legalidade e “fazer algo”, a fim de se livrar de nosso fardo, do que esperar de um Deus invisível para removê-lo para nós!
 
Um apelo pessoal
 
Eu vejo agora, olhando para trás, que eu tenho falado muito claramente, por vezes, contra o falso ensino do perdão batismal. E assim deve ser. Os primeiros apóstolos, para não mencionar o próprio Senhor Jesus, condenou falsas doutrinas de uma forma que parece quase “não cristã” para nós hoje, e nós também somos ordenados a “batalhar” pela fé e para reprovar os homens “severamente”. (Judas 3, Tito 1:13) Nossa motivação, porém, deve ser o amor. É porque nós amamos os homens que clamamos com todos os nossos corações contra o erro que ameaça condená-los. Contra você, caro amigo, que está capturado ou confuso com esse falso ensino, eu carrego nenhum ressentimento ou desprezo. Eu te amo e escrevi para que você possa ser abençoado. Deus não permita que este texto venha a ser usado contra você por adversários amargos que querem somente ganhar uma discussão e que não se preocupam com a sua alma.
E como está a sua alma? A sua fé está em uma Pessoa ou em uma coisa? Não importa como você diga que não acredita em “salvação pelas obras”, você ainda sustenta que os homens devam fazer algo além de confiar em Cristo, a fim de serem salvos? Não é necessário permanecer por muito tempo perto daqueles que ensinam perdão batismal para descobrir que a mensagem deles não é “CRISTO, CRISTO, CRISTO”, mas “batismo, batismo, batismo”. É essa a sua mensagem? Ou você se gloria somente em Cristo? Será que Deus abriu seus olhos para a maravilhosa mensagem da salvação pela justiça e sangue de Cristo? Se assim for, você irá renunciar sua fé em seu batismo e lançar todo o seu ser sobre o Salvador? Você virá para ele, assim como você está, sem trazer nenhuma das “boas obras” ou da suposta “obediência” com você, e confiar somente em Jesus como sua salvação? Se sim, Ele certamente irá pegá-lo em Seus braços poderosos e fazer você se tornar “em Cristo a justiça de Deus”
 
“De nada vale ser circuncidado ou não. O que importa é ser uma nova criação.” Gálatas 6:15
 
FONTE: http: illbehonest.com
 
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A Velha e Nova Cruz - por A. W. Tozer
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02/10/2013
A verdadeira fé Persevera – por Jonathan Edwards
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09/10/2013
Distorcendo a Missão da Igreja - por John MacArthur
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16/10/2013
10 Características de um falso Profeta - por Renato Vargens
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17/10/2013
Verdades Fundamentais – por David Brainerd
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17/10/2013
Como vencer as tentações - por David Wilkerson
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23/10/2013
Verdadeiro Amor a Cristo! - por C. H. Spurgeon
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24/10/2013
O Cajado do Peregrino - por Robert Murray M\'Cheyne
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28/10/2013
7 Características de Falsos Mestres - por Thomas Brooks
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30/10/2013
Em tempos de desânimo - por David Wilkerson
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31/10/2013
Lutero, Bunyan, a Bíblia e o Sofrimento - por John Piper
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05/11/2013
A beleza da santidade - por Arthur W. Pink
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05/11/2013
Crentes Incrédulos - por Leonard Ravenhill
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13/11/2013
O Coração Quebrantado - por Robert Murray McCheyne
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13/11/2013
Creia na Palavra Dele - por David Wilkerson
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16/11/2013
Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro – por Thomas Watson
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20/11/2013
O que é Santidade? - por Augustus Nicodemus Lopes
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01/12/2013
A Incapacidade de Vir a Cristo – por Robert Murray M´Cheyne
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01/12/2013
Quem Dizem Que Eu Sou? – por John MacArthur
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03/12/2013
Pintemos Um Noite Escura – por Paul David Washer
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07/12/2013
Amor Que é Verdadeiro – por John Bunyan
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07/12/2013
Aplicação do Amor a Cristo – por John Flavel
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12/12/2013
Entregue à Morte - por David Wilkerson
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12/12/2013
Fé Salvadora - por Arthur W. Pink
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13/12/2013
Avivamento Infelizmente, ainda não. - por Augustus Nicodemus Lopes
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16/12/2013
Importa-vos nascer de novo (João 3.7) - por Thomas Boston
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19/12/2013
Lutar pela verdade é preciso - por Augustus Nicodemus Lopes
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23/12/2013
Não Conhecemos o Evangelho de Jesus Cristo - por Paul Washer
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26/12/2013
Falsos mestres não são os únicos vilões - por Paul Washer
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01/01/2014
Sete dicas preciosas para um Marido fazer sua Esposa mais feliz - por Renato Vargens
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04/01/2014
Por que as campanhas e correntes evangélicas são prejudiciais à fé cristã e, sobretudo, antibíblicas? - por Leonardo Dâmaso
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08/01/2014
A Loucura do Evangelho ou as Loucuras dos Evangélicos? - por Augustus Nicodemus Lopes
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17/01/2014
Precisamos De Unção Nos Púlpitos E Ação Nos Bancos - por Leonard Ravenhill
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24/01/2014
Uma mistura de barro, sujeira e corrupção - por Thomas Vincent
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27/01/2014
Aí Então o Senhor Virá! - por David Wilkerson
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04/02/2014
Geração De Davi? Ora, Não Me Faça Rir - por Zilton Alencar
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11/02/2014
Como Reconhecer uma Seita? - por Augustus Nicodemus Lopes
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17/02/2014
Cachorro mordido por pastor tem medo de pastor - por Walter McAlister
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21/02/2014
Cobertura espiritual, isso é bíblico? - por Thomas Magnum
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23/02/2014
Pregação Chocante (Transcrita) – por Paul Washer
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11/03/2014
A vida diária de um apóstolo de verdade. - por Augustus Nicodemus Lopes
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31/03/2014
Nossos Cultos São Verdadeiros? - Por Luiz Fernando R. de Souza
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21/04/2014
Como Estiver A Igreja, Assim Estará O Mundo - por Leonard Ravenhill
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26/05/2014
Libertação, Vitória, Causas Impossíveis, Prosperidade Financeira, "Um culto para as minhas necessidades" - por Robson C. Ortolani
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25/06/2014
Perseguidos Por Causa De Cristo? - por Augustus Nicodemus Lopes
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22/07/2014
Jovens Cristãos Contra Verdadeiro Mundanismo - Por Rafael Durand
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18/08/2014
A Beleza de Cristo Mata o Orgulho e Humilha a Alma - Por Jonathan Edwards
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01/09/2014
O Pequeno Rebanho dos Pequenos – por George Whitefield
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22/09/2014
Então você quer pecar, certo? - por Tim Challies
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25/09/2014
Preparando Meu Coração Para Aquele Dia - Por George Muller
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28/10/2014
Precisamos Novamente de Homens de Deus - Por A. W. Tozer
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03/11/2014
O Batismo de Crentes é o Único Batismo Bíblico e Verdadeiro! - Por C. H. Spurgeon
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25/11/2014
Busque A Deus De Todo o Seu Coração - Por Bob Jennings
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22/12/2014
A Santificação não é Opcional – por Martyn Lloyd-Jones
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29/12/2014
Sem Nova Natureza Emoções Religiosas não são Espirituais – por Jonathan Edwards
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07/01/2015
O Verdadeiro Testemunho Cristão - Por Ruy Cavalcante
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19/01/2015
A Ostentação Gospel e o Estilo De Vida Proposto Por Cristo - Por Antognoni Misael
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09/02/2015
A adoração em sua igreja é mais pagã do que cristã? - Por Todd Pruitt
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17/03/2015
O Efeito do Pecado - Paulo Junior
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15/04/2015
Seguindo a Deus de perto - A. W. Tozer
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25/05/2015
A Fé Ri das Impossibilidades - por Leonard Ravenhill
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17/06/2015
Apascentando Ovelhas ou Entretendo Bodes? – por Charles Spurgeon
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26/06/2015
Devemos ou não expor os falsos mestres da teologia da prosperidade? - Por Joaquim de Andrade
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17/07/2015
Custará Tudo a Você - por Steve Lawson
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30/07/2015
A Igreja de Cristo é Uma Só - Paul David Washer
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21/08/2015
Meditando sobre o céu - por Richard Baxter
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07/09/2015
Arrependimento é Deixar o Pecado por - D. L. Moody
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21/09/2015
Condene o Falso Ensino – por M. Lloyd-Jones
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13/10/2015
Avivamento – Paulo Junior
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02/11/2015
A Frieza com as Almas - por Richard Baxter
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23/11/2015
Entusiasmo no Louvor não é Sinal de Conversão – por Jonathan Edwards
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07/12/2015
O Entretenimento na igreja é uma lepra - por C. H. Spurgeon
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21/12/2015
Cristianismo incomparável entre as religiões - por Bob Jennings
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30/12/2015
O Que é Orar em Nome de Jesus? - Por John Bunyan
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05/01/2016
A Diferença - Por Paris Reidhead
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15/01/2016
A Maldição do Homem Moderno - Por A.W. Tozer
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27/01/2016
Sexo Cristão - C. S. Lewis
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19/02/2016
O que está errado com a teologia da prosperidade? – por Augustus Nicodemus
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29/02/2016
A Cruz é Algo Radical - Por A. W. Tozer
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08/03/2016
Me Pareço com “ELE”? – Paulo Junior
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16/03/2016
A Presença Perdida de Deus - Por Martyn Lloyd Jones
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21/03/2016
Trabalhadores Cristãos - Por A. W. Pink
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06/04/2016
Como se conduzir na Caminhada Cristã – por Jonathan Edwards
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18/04/2016
Mercado Gospel – por Paulo Junior
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06/05/2016
“Eu quero ser salvo!” Então venha, não espere! - por Tim Conway
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17/05/2016
Orando em Secreto - Por David Wilkerson
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08/06/2016
Por que a juventude cristã é tão infantil? - por Lucas Freitas
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19/06/2016
Devemos dar dízimo e ofertas ou só ofertas? - por Robson Ortolani
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16/07/2016
O Louvor Liberta? - Por Antognoni Misael
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03/08/2016
Quatro Razões para Buscar a Deus Apaixonadamente - Por John Piper
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08/08/2016
Como Passar o Dia com Deus - por Richard Baxter
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21/08/2016
A Videira e os Ramos - por Paul Washer
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15/09/2016
A Igreja Evangélica Brasileira Está Crescendo…Mas, Será que Esse Crescimento é Saudável? - Paulo Junior
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27/10/2016
Poder do Alto - Por Charles Finney
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18/12/2016
07 Tipos de canções que não devemos cantar em nossas igrejas - por Renato Vargens
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10/01/2017
Como você se sentiria se os seus Pensamentos fossem mostrados pela TV em rede nacional? - Kevin Williams
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14/01/2017
Batismo ou Cristo? - por Charles Leiter
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