24/10/2013 | Meus amados amigos, observemos, em primeiro lugar, a história desta notável promessa: “Não te deixarei, nem te desampararei”.

O Cajado do Peregrino - por Robert Murray M\'Cheyne

“Não te deixarei, nem te desampararei” (Hebreus 13:5 – ACF)
Meus amados amigos, observemos, em primeiro lugar, a história desta notável promessa: “Não te deixarei, nem te desampararei”. Estas palavras têm sido um cajado na mão de crentes através de todas as eras; e assim, elas serão a vocês, descasarem sobre elas.
 I. Primeiramente, vamos traçar a história desta promessa. Vocês notarão que esta não está colocada nesta epístola pela primeira vez – é uma emprestada. Primeiro, eu penso, é emprestada do que Deus disse a Jacó, Gênesis 28:15: “E eis que estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei tornar a esta terra; porque não te deixarei, até que haja cumprido o que te tenho falado”. Há outro lugar do qual, eu penso, [a promessa] é emprestada, 1 Crônicas 28:20: “E disse Davi a Salomão seu filho: Esforça-te e tem bom ânimo, e faze a obra; não temas, nem te apavores; porque o Senhor Deus, meu Deus, há de ser contigo; não te deixará, nem te desamparará,” etc. Agora, vejam, aqui está a promessa novamente: “[Ele] não te deixará, nem te desamparará”. Ainda há outro lugar aonde o mesmo cajado é colocado na mão do crente, Josué 1:5: “Ninguém te poderá resistir, todos os dias da tua vida; como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei nem te desampararei”.
 Agora, retornem para Hebreus, e observem como Paulo a introduz – “Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei”. Agora, um crente poderia fazer esta pergunta: “Quando ele diz isto a mim?” Ah, mas ele disse isto a Jacó, a Salomão, a Josué, e, portanto, isto é tido para você. Observem irmãos, que bendito princípio isto expressa: O que Deus diz para um crente, Ele diz para mim.
 Vocês observarão que esta promessa era particular no Antigo Testamento – ou seja, ela é dirigida a uma pessoa, mas no Novo Testamento, ela é geral. Alguns, quando leem o Antigo Testamento, dizem: “Isto é direcionado para Abraão” ou “Isto é dirigido a Jacó, mas não é dito para mim”. Mas o que foi dito para Abraão, ou Jacó, ou Josué, é dito para você. A promessa especial a Josué é para todos os crentes Josués até o fim do mundo – “Não te deixarei, nem te desampararei”. Eu não sei se vocês compreendem o que quero dizer; mas a partir deste pequeno versículo nós sabemos que – as promessas especiais no Antigo Testamento são para todos os crentes. Deus disse a Abraão: “Eu te abençoarei, e engrandecerei o nome, e tu serás uma bênção.” Assim Ele diz para todos os que são filhos de Abraão. E há uma doce promessa no [capítulo] quarenta e três de Isaías – “Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és meu” etc. Esta promessa era particular para Israel, e ainda assim ela pertence a mim. E há outra doce promessa no capítulo cinquenta e quatro – “Por um breve momento te deixei, mas com grandes misericórdias te recolherei,” etc. Agora, se estivesse lendo estas promessas, você poderia dizer: “Ah! Isto não pertence a mim”. Mas voltando ao [capítulo] treze de Hebreus, nós sabemos que isto pertence a todos os crentes.  Existem duas razões as quais eu darei [sobre] o motivo disto ser verdade, pois para alguns isto pode parecer extraordinário.
 E isto torna a Bíblia não um livro escrito para alguém, mas um livro escrito para mim – uma carta do Senhor, e dirigida a mim: e assim, cada palavra de divinos amor e ternura que Ele escreveu neste livro pertence a mim.
 A primeira é: Deus é o mesmo ontem, hoje e para sempre – “Eu sou o SENHOR; Eu não mudo”. Ah! A imutabilidade de Deus explica isto – “Eu sou o SENHOR; Eu não mudo”. Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e para sempre. E há outra razão pelo qual esta promessa da Escritura pertence aos crentes agora; é que todos os crentes são um corpo, e, portanto, seja o que for que pertença a um, pertence a todos. Todos os crentes são ramos de uma só videira; e, portanto, se Deus diz a um ramo: “Não te deixarei, nem te desampararei”, então, Ele o diz a todos. E, portanto, por estas duas razões, todas as promessas feitas a Jacó, Salomão e Josué, são feitas a mim. E isto torna a Bíblia não um livro escrito para alguém, mas um livro escrito para mim – uma carta do Senhor, e dirigida a mim: e assim, cada palavra de divinos amor e ternura que Ele escreveu neste livro pertence a mim.
 II. E agora, queridos irmãos, eu desejo falar, em segundo lugar, sobre a pessoa que aqui fala: “[Eu] não te deixarei, nem te desampararei”. É quase evidente que esta não é uma linguagem de uma criatura. Nossos parentes nos deixarão, nossos amigos nos deixarão. Então, estas não são palavras de uma criatura: “[Eu] não te deixarei, nem te desampararei”. Observem, então, queridos irmãos, eu vos suplico, de quem é esta palavra: “Ele disse: Eu não te deixarei, nem te desampararei”. Esta é a palavra do Deus Triúno.
 Vocês devem considerar cada uma das Pessoas da Deidade, e aplicar esta palavra a Ele - “[Eu] não te deixarei, nem te desampararei”. Vocês devem considera-las como a palavra de Emanuel. Lembrem-se do que Cristo disse aos Seus discípulos: “eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”. Esta é a mesma promessa. Irmãos, quando o Senhor Jesus vem a você, e o cobre com Sua veste, e diz: “Não temas”, Ele nunca desamparará esta alma. Uma mãe pode desamparar – “Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti”. Observem, irmãos, quando uma vez que o Senhor Jesus vem até um pecador para ser a sua justiça, Ele nunca o deixará – “Eu estou sempre convosco”.  Ó! Isto faz dEle um amigo mais chegado que um irmão. Por que Ele nunca nos deixará? A primeira razão é: Seu Amor é um Amor Eterno. Não é como o amor da criatura – é imutável. Outra razão é: Ele morreu por esta alma: Ele suportou tudo por esta alma. Ele alguma vez deixará uma alma pela qual morreu?
 Novamente, você deve considerar estas palavras como sendo do Espírito, e então, elas são como aquelas palavras no [capítulo] quatorze de João: “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre” – para que fique convosco para sempre. Isto é o mesmo que estas palavras: “Não te deixarei, nem te desampararei”.  Alguns podem frequentemente ser inclinados a dizer: “Eu penso que o Espírito se apartará de mim”. Mas, observem, Ele diz: “Não te deixarei, nem te desampararei”. Davi clamou na amargura de sua alma: “não retires de mim o teu Espírito Santo”. Aqui está a resposta: “Não te deixarei, nem te desampararei”. Deus nunca desamparará o templo no qual Ele habita. Ele desamparou o tabernáculo no deserto, e Ele desamparou o templo em Jerusalém; mas Ele nunca desamparará o templo vivo.
 Ou, você pode considerar estas palavras, e aplica-las a Deus o Pai. E aqui elas vêm a ser tal como as palavras que Deus disse a Abraão: Ele disse: “Não temas, Abrão, Eu Sou o teu escudo, o teu grandíssimo galardão”. Ele retornou do massacre de Quedorlaomer, e dos reis que estavam com ele. O rei de Sodoma veio encontrá-lo, e disse a ele [Abraão]: “Dá-me a mim as pessoas, e os bens toma para ti.” Mas Abraão disse: “Levantei minha mão ao Senhor, o Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra, Jurando que desde um fio até à correia de um sapato, não tomarei coisa alguma de tudo o que é teu; para que não digas: Eu enriqueci a Abrão”. E, imediatamente depois, Deus apareceu a Ele, e disse: “Não temas, Abrão, Eu Sou o teu escudo, o teu grandíssimo galardão”. Isto foi o que Asafe sentiu. Ele disse, no Salmo setenta e três: “A minha carne e o meu coração desfalecem; mas Deus é a fortaleza do meu coração, e a minha porção para sempre”.
 Bem, disse o Senhor: “E Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada”. Ah, pobres almas! Que têm escolhido o mundo como a sua porção – que têm escolhido a porção que será tirada de vós. Ah, irmãos! Sejam sábios.
 Ah, irmãos, esta é um doce palavra para uma pobre alma que está entristecida sobre os vasos quebrados aos seus pés. Esta é uma doce palavra para aqueles que estão carentes – que deixaram casas e terras – “Não te deixarei, nem te desampararei”.  Esta pode ser uma doce palavra para aqueles que estão pesarosos por causa da morte. Ó irmãos! Esta é a sua porção? Você não consegue erguer o olhar para o Deus Triúno, Pai, Filho e Espírito, levantando-se destes cacos quebrados aos seus pés, e dizer: “Tu nunca me deixarás, nem me desampararás”? Isto é a felicidade. Bem, disse o Senhor: “E Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada”. Ah, pobres almas! Que têm escolhido o mundo como a sua porção – que têm escolhido a porção que será tirada de vós. Ah, irmãos! Sejam sábios. 
 Deixe-me, agora, mencionar alguns dos momentos nos quais deveríamos lembrar estas palavras:
 1. Um tempo de culpa. Ó, a hora sombria, quando a culpa está em nossa consciência, e quando um olhar de desaprovação do céu está sobre nós. Ó, nesta hora, lembre destas palavras: “Não te deixarei, nem te desampararei.” Teu Deus redentor anuncia: “Eu nunca te deixarei, nem te desampararei.” “Jesus Cristo, o mesmo ontem, hoje e para todo o sempre”. Teu Deus redentor anuncia: “Eu nunca te deixarei, nem te desampararei.” “Convertei-vos, ó filhos rebeldes, diz o Senhor; pois eu vos desposei”. Ó, este é um engano no pecado! Quando satanás o oprime, ele tenta fazer com que você pense que Deus o desamparou.
 2. Um tempo de perigo. Não há tempo em que você possa estar mais inclinado a pensar que Deus o desamparou, do que quando o pecado e satanás estão enfurecidos. Há uma diferença entre pecado feroz e pecado dominante, mesmo que a alma não possa perceber isto. Em um momento como este, lembre-se destas palavras: “Não te deixarei, nem te desampararei.” Em tempo de tentação, o crente deve lembrar-se desta promessa. Jacó descansou nisto; Salomão descansou nisto: sim, este é um cajado que tem sido apoio para muitos crentes, e você deve apoiar-se nele também.  
 3. Quando as criaturas o abandonarem. Alguns de vocês têm sido privados de seus bens materiais, mas lembrem-se: “Não te deixarei, nem te desampararei.” Alguns de vocês podem ser chamados – alguns têm sido chamados para separarem-se daqueles que são queridos a vocês. Alguns têm sido chamados para separarem-se dos seus mestres; mas lembrem-se – e, Ó! Isto é difícil de lembrar – que aquele que torna a criatura agradável, ainda vive. Irmãos, eu não conheço uma lição na Palavra que seja mais difícil de aprender do que esta. Ó, então! Lembrem-se disto: “Não te deixarei, nem te desampararei”.
 Lutos vêm subitamente, vêm como um redemoinho; mas, ó, lembrem-se que Ele vem e diz: "Nunca o deixarei, nunca o abandonarei". E, ó, irmãos! Lembrem-se que a palavra “nunca” alcança a morte – alcança o lugar do juízo. Você pode segurar-se nesta palavra – “Eu não te deixarei, nem te desampararei”. E quando o juízo passar, estas palavras serão o eterno consolo para todos aqueles que creram – "Nunca o deixarei, nunca o abandonarei". Somente a eternidade revelará as riquezas desta promessa. Aquele que morreu por nós, será nosso eterno amigo; e Aquele que nos santificou, habitará em nós para sempre; e então, Deus, que nos amou, estará para sempre conosco. Então, nós conheceremos o significado de Sua promessa – "Nunca o deixarei, nunca o abandonarei". Amém.
 
   "Este sermão foi pregado na noite de terça-feira, 24 de novembro, 1842, na noite em que o autor chegou da convocação de ministros realizada em Edimburgo." Extraído de Um Cesto de Fragmentos.
 
Tradução: Camila Rebeca Almeida | Revisão: William Teixeira
FONTE: www.EternalLifeMinistries.org
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